O último playboy – A vida louca de Porfírio Rubirosa

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AutorAutorEditoraEdiçãoAnoPáginasIdiomaISBN-10ISBN-13Condição
Shawn LevyRecord12008Português9788501076489Seminovo

Descrição

Em seus dias de glória, a fama era tamanha que em qualquer lugar ele era
reconhecido simplesmente pelo apelido: Rubi. Músicas pop eram escritas
sobre ele. Mulheres que ele nunca conhecera prometiam deixar os maridos
por causa dele. Os gigantescos moedores de pimenta dos restaurantes
parisienses, por razões que na época podia-se apenas imaginar, ficaram
conhecidos como “Rubirosas”. O dominicano Porfirio Rubirosa foi o último
grande playboy: farrista prototípico, símbolo de virilidade e
ostentação, exemplo perfeito do amante latino. “Trabalhar?”,
escandalizou-se certa vez diante de um entrevistador. “É impossível.
Simplesmente não tenho tempo.” Ele tinha um faro apurado para belas
mulheres, especialmente as muito ricas: ao longo da vida, casou com duas
das maiores milionárias do planeta. Segundo os boatos, levou para a
cama centenas de famosas e infames, entre elas Christina Onassis, Eva
Perón e Zsa Zsa Gabor. Em certa ocasião, esta última chegou a exibir
para um paparazzi, divertida, uma face visivelmente marcada pela
agressão: resultado de um acesso de ciúmes de Rubirosa na véspera do
casamento dele com outra. Quando não estava com mulheres, Rubi
dedicava-se a atividades tipicamente masculinas. Exímio jogador de pólo,
pilotava também carros de corrida, e entre seus amigos mais célebres e
companheiros de madrugadas havia nomes como Ted Kennedy, Frank Sinatra,
Oleg Cassini, Aly Khan e o rei Farouk. Se o dinheiro porventura
minguava, ele se divertia com missões diplomáticas obscuras, roubo de
jóias ou qualquer outra atividade ilícita que se apresentasse. Se gozava
de alguma influência, a devia a Rafael Trujillo, um dos ditadores mais
sanguinários que o mundo já conheceu, e outrora seu padrinho. Por
décadas, uma nação inteira estremecia apenas à menção do nome Trujillo,
enquanto Rubi escarnecia despreocupadamente de suas censuras, como se a
mão-de-ferro do tirano não fosse capaz de atingi-lo. E ele estava certo.
Quando, aos 56 anos, morreu num acidente de carro em Paris, toda uma
era morreu com ele. Em O último playboy, Shawn Levy conta essa
fascinante história de hedonismo.

420 Pag.  Ótimo estado, sem marcas, rasuras ou paginas amareladas.

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