O Mundo como Idéia

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AutorAutorEditoraEdiçãoAnoPáginasIdiomaISBN-10ISBN-13Condição
Bruno TolentinoGlobinho2012448Português85250334059788525033406Usado

Descrição

Com a publicação de O Mundo Como Idéia, a Editora Globo oferece ao público leitor o livro que pretende ser o “arrimo” de toda a obra do poeta Bruno Tolentino. Conhecido tanto no Brasil quanto no exterior, Tolentino passou 40 anos concebendo os poemas desse novo livro. Portanto, o volume serve não apenas como amostra da maturidade do poeta, mas vale também como vitrine dos diversos passos que Tolentino trilhou durante a vida até chegar às mais de 350 páginas de poesia de O mundo como Idéia. Um bom exemplo é a data de início da gestação do livro, o ano de 1959 e, depois, o momento de conclusão, 1999. O livro é dividido em três partes: “Lição de modelagem”, em que o autor apresenta poemas compostos de diversas formas, como a terça-rima (em que são inequívocos os ecos de Dante) e, entre outras, o soneto de fatura clássica. Tais poemas são, na maior parte das vezes, versões posteriores que o poeta realizara de originais escritos em inglês e francês (o livro reproduz os poemas em português e nesses dois outros idiomas); a segunda parte, “Lição de trevas”, também é composta por poemas de diversas formas, concebidos muitas vezes em inglês, às vezes em espanhol e italiano (também aqui os poemas são apresentados em português e nas demais línguas). É forçoso comentar que as versões que Tolentino realizou para seus próprios poemas são, em sua maioria, criações independentes do original e trazem rara força estética. O passeio do poeta por várias línguas demonstra ainda sua impressionante capacidade de manejo do instrumental poético, seja em inglês, francês, italiano, espanhol ou – caso de todos os poemas – em português; a última parte do livro, “A imitação da música”, traz uma coleção de cem sonetos (e mais um de fechamento) que conclui com magnitude clássica o livro. Nas três partes, Tolentino parece disposto a percorrer toda a tradição artística ocidental posterior ao século XV. Dessa forma, os poemas dialogam com escritores do porte de Virgínia Woolf e Dylan Thomas e com artistas como Tintoretto e Leonardo da Vinci. O objetivo principal é o de poeticamente questionar, ou “dramatizar”, conceitos como o de “razão”. Com uma poesia de enorme erudição, O mundo como Idéia coloca o nome de Bruno Tolentino entre os de poetas cuja preocupação parece ser a de partilhar a fatura estética com a consciência radical da tradição.

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